sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Soneto, nº 118 (Interlúdio Cambaio, nº 2)

Inás não mais
uns olhos verdes que Fui...
meus esperantos, meus frevos,
andam 'garrando Cinzalha_____

serras do Embú, Mantiqueira,
mumburundadas
nas estruturas: tortura
Desconchavária.

Meus eus ver-Trezentos
vão longe dos Caxambus
um dia flores, Manhãs,
meus lábios  -  cãs de Moimento  -

são bagos de fava Inútil,
guando morto e Roncolho.

(Imagem: Quixote, de Salvador dalí)

Nenhum comentário:

Postar um comentário