domingo, 4 de dezembro de 2016

Soneto, n. 214(Brasilzím Marfanhádu. Pro Ullisses Areias, e para Melissa Cathaldo)

A noite encalhou com um carregamento de
estrelas: dos horifontes da linha vermelha 
xangôs gritando "anauê!" tomaram a avenida,
tiraram roupas e a pele, e no céu por cima

passou vuâno uma manada de antílopes.
Mestre grilo cansado faz píxi-píxi
e se recusa a dar um solo de flauta 
nos corredores da mayrink veiga, Francisco Alves

ficou banzado, e na mão:
vou me estirando nos paturás
onde cem caules gorduchos brincam de correr
na lama, e inda anteontem morrereu Curió_________

achêga meu Pai do Mato! Meu sumo verde é sem Rumo
(esses pulíticu matando a prestações a Pátria!!!!!).

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