domingo, 1 de fevereiro de 2015

Boitempo (Soneto Inglês, nº 39)

Desque foi Mundo  o boitempo
que vão-se embora meus  Braços,
calhau de imbuia  mastráfalga
cheirança  mor mata-pau, com pernas

dentes  bandeiras, bulhó de essência

Defunta, meus olhos refletem mundo
sem  rêsma de  ogum-Bassã
e reza braba que Chegue

prum cafezim, sou eu:

um galgo obeso  Tromboso, des-verdinário
e bozó, tão rente  de todo Nunca
já proferido, inventado_____

vão-se  Embora  meus braços

desque  foi Mundo  o boitempo.

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