sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Soneto, n.349(À memória de Mário de Sá-Carneiro)

Eu vi pensórIas sobre argamassas de terra,
vi tromborOnes pelo canCéu de entre-nuvens,
rabugeNs de todo um janÊro
regado a chuva_________

e para que tanto segredo, meu Deus,
no destinÊ de uma vida... pois sóis -
indifereNtes - Ardem - mesmo
que faltem olhos nelas janelas perdidAs...

procuro um Rosto______ erÊs-cambonos
transtornam resmas de galeÕes digeridos,
bizâncios-Alma de mãos finadas
sobre cetins... tudo já Foi_________

morreu Cor: desespelhadas, desertas
as salas-grÃs do castelo...

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