domingo, 4 de fevereiro de 2018

Aranticuário Soneto, n.1(n.352. Para o amigo Caleb)

Cai a noite, lonGe dos poRtos.
No cimO dos veladores apagaram canDeias,
as cinco virgens sÃo Outros olhos
fitando as nauS tão para Lá do ser-Nunca...

Um todo-Longe às fÔrmas deL'árvores -
não há tambÉm janelas que as Vejam -
mundo para além dos vitrais entremostram
abutres e fígados Mastigarados...

Escadas dando para o mar Inatingível,
começo a ler os Outonos pelo eresFólio
de galeões tão Órfãos dos carnavais
quando ninguém Sabia a direção de Manhattan___________

Ai, essas mãos... tão magras
desses meus dedos Ausêntereis...

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