segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Soneto Vírturho(Soneto, n.339)

Quando orólho pra mim
palmeiras entram pelos narizes montanhosos
aos cubos, de cinco em cinco, enquanto 
à beira d'água o reflexo da praça 

da Figueira: ecos de opiárias Lisboas
de estudantes que não ligam pra Virgem
porque o século é gravataí Grooosso, vida
dos outros, ou que não Há__________

ááágua aos mais mandacarús
tão magros de Sede, esqüela Ináquara entanto,
que os homens trazem piche nos roncós de DRÊNTO
e tudo assim Ri de maus dentes e Somália 

chuva... aos deuses peço - como o disse Alguém -
o Vírturho de nada lhes pedir.

Nenhum comentário:

Postar um comentário