segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Soneto, n.338(À memória de Mário de Sá-Carneiro)

Ai como eu te queria______
certa voz na noite Ruivamente,
mais de Naus, e não desertas, nem
ranquícias Desespelhadas...

vem de Outro tempo a luz que
me Luária_______ aquilo mei' los hermanos
cuja melancolia são meus cem braços d'hoje,
que Adoro. Nem me impoRórtuo

se as mesas do café perderam braços,
escadarices e outras rezas
de comer com arroz... o Não-jardim
diz todo o meu trapézio, Escangalhado naufrágio_________

tapetes d'Outras pérsias mais Marfim,
tão Sooombra, do ouro do meu Rastreio...

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