segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Soneto Klíemo(Soneto, n.340. Para Júlia Klíen)

Inscrito num velho pergamútcho:
lá vai a nau CatriNêta
por sobre as búrmias do má... e sinto às vezes 
ter sido mãe dos Verdes que noutras vidas

cresci... Íbrimas estátuas de Alexandre 
nos portões do Ciro mais furado que juda em
sábado... mas assim mesmo Vem, que o vento Existe 
e é tão Suave a fuga deste dia...

Tirar do coração a passagem das horas...
rever que as garças não São de prata
porque cheguei aos portos que cheguei - mas
VIDA é ter os remos nas águas__________

quem desses óculos Bebe vê Janelências
mesmo neles peraus mais Sombrios...

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