domingo, 21 de janeiro de 2018

Soneto, n.333(Estudo Ocômbulo, n.2. À memória de Ana Cristina Cesar, dizendo que a entendo, Perfeitamente...)

Entonces nesse boitempo de Vortiscentes cem
braços_______ à tarde inteira essa febre,
um não-pasSágio de urubUs 'feRrujados
a carunchAr o mEu sorriso sem graça________

aquela infÂncia onde a cHuva me encostava
e o rio mais gOrdo dava maRés ManduquÍcias
hoje é peRna de Cobra,
e o dia moRre depois,

bebendo leite das encruzilhadas 
e mais varandas de murcherÊncias,
que nos varais é toda ganzÁlia
que 'inda Visto__________

murcherEscÊncia
mais santo antônio Ninguém...

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