segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A Roca da Agulha Márfara(Soneto, n. 221. Pro Hugo Stutz)

Eu sou triste como o prédio menezes-côrtes,
ambrósio de viuvez esfumaçada,
um coro louco de coiotes Cúbicos
pra sempre Noivos da minh'alma nua...

Lá fora chove e são isótopos órfãos 
que acabaram de chegar d'Antanho,
a Casa Kosmos persiriste no adágio
de não ter impermeáveis em liquidação___________

saber que o Inventor das Maquícias
são Três e ao mesmo tempo Unonítono
faz fuzuê nos macaquins cá de-Dentro,
na penumbra dum quarto entre mil Sonos:

sou todos os homens Estendidos na mesa,
de roupa preta pra grão-Descer nos Infernos.

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