terça-feira, 26 de abril de 2016

Soneto, n. 181(Para Danielle Ronald de Carvalho)

O raio do sol à tarde
me fala de primaveras 
arvoriscentes, e vejo um céu 
de nuvens andando juntas

em bicicletas, meninada solta
num prado azúleo por Tudo.
Imaginências de ver um desses meninos
empinar o arco-íris como um papagaio______

depois os pássaros virão beber
neste sol da tarde, o velho Ferges
desloca a serra do mar com os olhos, 
enquanto ipês dão-se as Mãos:

deixa crescer a Semente
que Deus plantou na tu'alma.

Nenhum comentário:

Postar um comentário