sexta-feira, 29 de abril de 2016

Soneto-Estudo,III(Soneto, n. 184)

Sentado à beira do mundo, onde
antiuniversos afiam garras Tantálicas
no poxoréu do horizonte: desvejo estrelas
e terraços sobre andaraimes de

Esfíngices, porque de há-Muito
não se ouve banzo de flauta
no prédio menezes côrtes:
são perestrêndulos recém-cuspidos

dispois que o Anjo abriu o fundilho
do Abismo, e monstrerêncios -
os Quatro - saltaram fora,
os galos todos parem xerém parem Crime______

e dona Misemiséria anda às Tontas
se escangalhando em Rizências.

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