quinta-feira, 5 de maio de 2016

Soneto, n. 191. "Triristonho".

Quem sou? Segundo alguns,
sou barro, tirado à força
dos labirintos de Antífiles,
mouco desque nasceram as  primitivas

maracas. Pra mais alguns
sou rés-cabrúcio vestido em trajes
civis, erê sem Jança nem
braços(desque o dragão da Maldade

descatembrou Tancredo e Amarildo).
Mas sou no duro coches de vozes
ver pianolas sem roseirais e
manhícies, onde oboés Murcheceram_______

e mais Cinzário inexisto,
tão Desenredos, ijuís de sol Posto.

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