quarta-feira, 4 de maio de 2016

Soneto-Estudo VI(Soneto, n. 189. Pra Gabriela)

Manhã desdobra seus olhos Lôngiros,
Remelerentos. A última estrela
despe a camisa, boceja: hora de Antares
dormir o sono dos anjos,

que aliás enrolam de novo
as tábuas da lei de Murphy -
vivi pra ver mais um dia. Exulto,
com mil cintilações de roseirais

pan-Prânicos. As dez colunas do Tempo
de novo se abrem pra Mim,
egresso dos baixos fossos
e de eresgares Migrêncitos_______

à mesa dos pães dormidos vi cartas,
notícias que os peixes trazem de Ti. 

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