sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Duas giras parÁ Visconti - Dois(Soneto n.1191. Forma 3/2/4/2/3, à memória de Eliseu Visconti)

Toda cordilheira eu enxergo
bem quando bebo o Cinza das nuvens
e 'spero Chuva pra banhar as pedras

que do Leste quinze séculos Trovejam, 
lado-Longe, som das águas da música 

de Esferas tântalas num sopro-Abrigo, 
VÉro como olhos que setembro
fala também________ a primavera
cáldala de-Novo as Horas,

'zul do céu que janela os
pés direitos das salas: trazem "Hóspede" nas

cordilheiras que enxergo
quando o Cinza delas nuvens bebo
pra fazer nascer todas as Cores...

Duas giras parÁ Visconti - Hum(Soneto n.1190.Forma 3/2/4/2/3, à memória de Eliseu Visconti)

______... e d'Êsse lado-longe das nuvens
cinza d'estrada cá-Baixo, piso
de cordilheiras com mais caras de chão,

MUSGO d'um traço Tal que
erige Muro nas coisas - e quinze séculos 

trovejam quando de copo  à mão 
esperas alvorada nos janeiros 
pisados por tu'Existência  desque 
dela-Madre viste - NOVO - o sol

e era Janela ao leste lado da
casa cujo quarto ao coração me chega em

dois pés de mamão_____ meus Olhos
chegam com Chuva e com dialeto das
folhas, musgo desse traço, de-TUMberéim.